O JOGO INTERIOR

O JOGO INTERIOR

Timothy Gallwey é conhecido mundialmente como o pai do coaching – uma poderosa ferramenta de desenvolvimento humano em todas as suas dimensões. Tudo começou na década de 1960, durante os seus estudos na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, enquanto praticante de Ténis. Mais tarde e já como professor daquela modalidade, Gallwey vai criar a inspiração para escrever os seus livros sobre coaching a partir da sua experiência como treinador.

Durante os treinos com os seus atletas, Gallwey apercebe-se que, muitas vezes, os mesmos não cumpriam as suas orientações, não porque não fossem capazes, mas apenas por uma questão de receio. Foi então que, segundo ele, passou a fazer perguntas, em vez de dar ordens. Os resultados foram surpreendentes e os movimentos dos seus atletas pareciam ser perfeitos.

Em 1974, Timothy Gallwey lança o livro “The inner game of Tennis” ou “O jogo interior do Ténis”, destacando o papel do Coaching na vida do atleta dentro e, especialmente, fora dos campos. Desta forma, estavam criadas as bases de uma nova forma de conceber a atividade desportiva: para vencer não basta ser exímio tecnicamente, mas, antes de tudo, conhecer, dominar as suas emoções, medos, limitações, ou seja, saber jogar o seu próprio jogo interior.

Quando praticamos desporto de competição, na realidade, disputamos dois jogos: um com o adversário (que ele chamou de jogo externo) e outro consigo mesmo (o jogo interior).

Para Gallwey, “o jogo interior ocorre dentro da mente do atleta e é jogado contra obstáculos como o medo, a insegurança, lapsos de concentração e que limitam o desempenho dos atletas. O jogo interior é jogado para superar os obstáculos autoimpostos que impedem uma pessoa ou equipa a ter acesso a todo o seu potencial”.

No seu caso, ao confrontar-se com as contrariedades no jogo diário da vida, qual a qualidade do seu jogo interior?

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