TER RAZÃO OU SER FELIZ?

TER RAZÃO OU SER FELIZ?

Entre “ser feliz” ou “ter razão”, o que escolheria? Houve um tempo na minha vida em que a minha resposta pendia muito mais para a segunda opção. Naquela altura, eu “senhor do universo” optava, sem hesitação alguma, por ter razão. No entanto, a vida ensinou-me que estava enganado. Sem deixar de ser quem era, fui construindo a minha cultura pessoal e reformulei as minhas respostas e comportamentos, a partir de vária fontes.

Vem isto a propósito dos ensinamentos de Augusto Cury, psicólogo proeminente no contexto mundial ao nível da área de qualidade de vida e desenvolvimento da inteligência. Quando ele nos convida a sermos protagonistas no teatro das nossas mentes, a que se refere, exatamente? Deixo-vos aqui algumas questões para o início da sua atividade introspetiva:

Como é que reage em situações de grande stress?

Costuma reagir sem pensar? Instintivamente? Ou você reage utilizando o melhor da sua capacidade intelectual?

Sem perdermos a nossa integridade e coerência, ao escolher “ser feliz” em vez de “ter razão”, tal como refere Cury, ganhamos o coração em vez de… ganharmos a discussão.

Será isso importante? Para mim, sim. Para ganharmos o coração das pessoas que nos são próximas, não podemos reagir instintivamente. Entre ser feliz ou ter razão, o que escolheria?

Deixe uma resposta